Nossa Liderança
As lideranças por trás da Banda Sinfônica Nacional.
Biografia
Professora de música pelo Conservatório Brasileiro de Música, bacharelanda em clarineta pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Foi clarinetista e corista por sete anos na Cia de Bandas do Corpo de Fuzileiros Navais. É clarinetista na Orquestra Rio Camerata, foi claronista na Orquestra Sinfônica de Mulheres do Brasil e clarinetista na Banda Portugal. Saxofonista na Big Band Lira de Ouro. Idealizadora do Trio Som de Madeira, dedicado ao estudo da música brasileira, especialmente o choro. Professora de clarineta na Escola de Música Villa-Lobos e na Academia de Música Lorenzo Fernandez.
Dirigir a Banda Sinfônica Nacional é o trabalho mais desafiador da minha carreira e também o mais satisfatório. Debruçar-me diante do repertório sinfônico para banda, contextualizar a BSN no atual cenário musical e dirigir pessoas me traz um satisfatório amadurecimento musical e pessoal. Um dos meus principais objetivos é dar voz às mulheres compositoras, musicistas, cantoras e maestras.
Biografia
Maestro da Banda Sinfônica Nacional. Maestro titular da Orquestra Rio Camerata e Maestro do Coral dos ex-funcionários do Banco do Brasil. Regeu a Orquestra do Rio de Janeiro, para o filme de promoção do novo Museu do Cairo. Regeu a Camerata Dias Gomes, o Coral dos funcionários da Johnson. Bacharel em Regência Orquestral e Coral pelo Conservatório Brasileiro de Música CBMUNICBE e Pós-Graduado em regência pelo Instituto Alpha-Facec. Em 2021 Participou da Sétima Oficina Internacional de regência Orquestral da Orquestra Sinfônica De Santo André com o maestro Abel Rocha. Estudou com nomes como Israel Menezes, Marcos Sadao, Mônica Giardini, Claude Brendel, Dario Sotelo, Darrel Brown, Fábio Mechetti, Roberto Tibiriça e Ricardo Rocha.
A música sinfônica é a mais perfeita metáfora humana: uma convergência de vozes distintas, que, sob um propósito comum, revelam que a harmonia nasce não da uniformidade, mas do sublime acordo entre as diferenças.
Biografia
Diogo Perdigão é compositor, arranjador e oboísta brasileiro, com atuação na música sinfônica e popular, na criação contemporânea e na música para cena. Bacharel em Produção de Áudio e Oboé pelo Conservatório Nacional de Nossa Senhora do Cabo (Portugal), com estudos em Acústica pela Faculdade Nacional de Coimbra e formação complementar estagiando junto à Filarmônica de Berlim. Como compositor e arranjador, desenvolveu trabalhos para orquestras, bandas sinfônicas, cameratas e grupos brasileiros e internacionais, além de trilhas e arranjos para produções teatrais. Em Portugal, participou da gravação de álbuns para oboé e orquestra de cordas. Seu trabalho foi premiado com o Prêmio Shell (duas edições) e o CBTIJ, além de ter sido vencedor do 1º lugar em concurso internacional de composição. É fundador da Camerata Assis Brasil, com mais de 200 apresentações realizadas, e recebeu o Prêmio Raphael Baker – Oboísta Destaque no Festival Música das Esferas (2011).
Ser oboísta e arranjador da Banda Sinfônica Nacional é, para mim, ocupar um lugar onde a interpretação e a criação se encontram, dando voz tanto ao meu instrumento quanto à música que construo coletivamente, reconhecendo a importância de participar ativamente e valorizar a Banda Sinfônica Nacional como um espaço essencial de formação, identidade e expressão artística.
Biografia
Bacharel em Piano pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), Bacharel em Regência pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) e Mestre em Música também pela UNIRIO. Foi regente assistente da Orquestra da Unirio, regendo a mesma em palcos como a Sala Cecília Meireles; diretor assistente do projeto Ópera na Unirio, onde regeu as óperas Suor Angelica (G. Puccini), Mesdames de La Halle (J. Offenbach), Amahl e os Visitantes Noturnos (G. C. Menotti). Fez parte como aluno da Academia de Música da OSESP, tendo aulas com professores como Wagner Polistchuk, Fabio Mechetti, Claudio Cruz, Stéphane Deneve e Jac van Steen, Atualmente é regente titular da Orquestra Carioca de Flautas, e também regente adjunto da Banda Sinfônica Nacional. Trabalhou em palcos importantes do país como Sala Cecília Meireles, Theatro Municipal (RJ) e Sala São Paulo, a frente de orquestras como OSB Jovem e Orquestra Jovem do Estado de São Paulo (OJESP)..
A verdadeira regência nasce quando a profundidade dos estudos acadêmicos encontra a alma e a exigência dos grandes palcos.